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Justiça do Trabalho avança para equilíbrio de gênero na distribuição de cargos

Um levantamento feito pela Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho (CGJT) apresentou uma radiografia da distribuição dos cargos por gênero em todos os níveis da Justiça do Trabalho. O resultado demonstra que esse ramo do Judiciário vem caminhando no sentido do maior equilíbrio entre homens e mulheres em seus quadros, em todos os níveis. A proporção de juízas de primeiro grau já é maior que a de juízes: 50,4% e 49,6%, respectivamente. Entre os servidores, a distribuição também é equilibrada: 50,1% são homens e 49,9% mulheres.

No segundo grau, ainda há mais desembargadores do que desembargadoras nos Tribunais Regionais do Trabalho (58,7% e 41,3%). Por fim, 52,1% dos cargos comissionados são ocupados por homens e 47,9 por mulheres.

O diagnóstico da distribuição de cargos por gênero fez parte das rotinas estabelecidas pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Lelio Bentes Corrêa, durante as correições que realizou em sua gestão, que se encerra em 19 de fevereiro. "Esse resultado mostra o comprometimento de toda a Justiça do Trabalho com uma política de promoção da igualdade de gênero", afirmou.

Em Mato Grosso do Sul, o índice de mulheres na magistratura do Trabalho é um pouco menor, mas tem seguido a tendência nacional, com uma presença crescente entre os magistrados, especialmente com as aprovações dos últimos concursos. Atualmente, 39% dos magistrados de 1º grau são mulheres.

No 2º grau, apesar de não haver nenhuma desembargadora neste momento, o TRT/MS já contou com duas magistradas em seus quadros, que agora estão aposentadas. Entre os servidores, 51% são mulheres e 49% são homens.

 

Com informações do CSJT